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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Icteridae
 Vigors, 1825
Subfamília: Agelaiinae
 Swainson, 1832
Espécie: X. flavus

Nome Científico

Xanthopsar flavus
(Gmelin, 1788)

Nome em Inglês

Saffron-cowled Blackbird


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Vulnerável

Fotos Sons

Veste-amarela

Ameaçado de extinção

O veste-amarela é uma ave passeriforme da família Icteridae. Também conhecido como pássaro-preto-de-veste-amarela.

Características

Mede de 19 a 21cm de comprimento, pesa 43g. Ave com plumagem exuberante em amarelo intenso e preto.

Alimentação

Alimenta-se de insetos e suas larvas,como gafanhotos e lagartas.O bando alimenta-se no solo e, segundo Belton,costumam associar-se a indivíduos solitários de noivinha-de-rabo-preto (Xolmis dominicanus).

Reprodução

Entre outubro e dezembro, a fêmea constrói o ninho em forma de taça profunda, composto de gramíneas e capins entrelaçados, bem fundo e a baixa altura, a menos de um metro do solo, amarrado na vegetação, em terreno encharcado. Nele deposita de um a cinco ovos claros com manchas vermelho-escuras, que são chocados por cerca de 12 dias. O ninho é defendido pelo macho, mas o casal acaba se favorecendo de outros aliados na defesa de sua prole: quando o chopim-do-brejo ou a noivinha-de-rabo-preto nidificam nas proximidades, a agressividade desses vizinhos diante dos predadores acaba por protegê-los também. Mas para perpetuar a espécie o ninho tem que sobreviver ao risco das queimadas e do pisoteio do gado, mas principalmente do parasitismo do vira-bosta, que deposita seus ovos nos ninhos de várias espécies de aves, entre elas o veste-amarela.

Hábitos

Vive em banhados, áreas pantanosas e outros ambientes abertos. É vista quase sempre em bandos monoespecíficos de 10 a 50 indivíduos e raramente chegam até 100. Mantém um sistema de cooperação e convívio com outras espécies de aves nas áreas onde ocorre.

Distribuição Geográfica

Presente no Brasil nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, principalmente neste último. Também ocorre no Paraguai, Uruguai e Argentina. Sua população está em declínio no Brasil, devido à descaracterização de seu habitat, destruição dos ninhos pelas atividades agrícolas e também pelo tráfico de animais silvestres.

Referências

Galeria de Fotos